Esse teu mundinho
que parece que só é feito de esboços
do mundinho dos outros
18 de maio de 2015
CHEGA DE PROJETO BETA!!
Chega de guardar itens pra garantir as coisas,
Chega de deixar meio pronto,
Chega de deixar encaminhando,
Chega de projetos pra perfeição
Chega de vida BETA
Em algumas semanas serão lançamento oficial.
Gabriel 2.0
E logo em algumas semanas depois já será lançado Gabriel 2.1, com correções de bugs iniciais atualizações adaptadas.
Farelos da segunda década de vida estão sendo deixado para trás.
Eu, da segunda década de vida, estou sendo deixado para trás.
Virarei um fantasma.
Daqueles que ninguém vê, e ninguém sabe de quem era.
Ficam aqui esses fragmentos de casulo. E os que aqui ficam com eles, que adubo virem, se é que tu me entende.
E não, não entende, nunca entende, não sabe de nada e não consegue adaptar o foco da lente do próprio modo de ver as coisas.
Como uma câmera com a roda de foco da lente travada, se não está na área de abertura que ficou travado a roda, não pega, não define, só difunde, só embaça, não entende.
Enfim, Chega de beta. Gabriel 2.0 finalmente anuncia o lançamento. E sem medo de olho torto pra derrubar o equilíbrio, como sempre.
Incrível como as coisas que ficam em segredo pra mim funcionam melhor,
Até quando quero comprar alguma a coisa. Se eu digo pra pessoas que vou comprar, da merda. Se aviso que vou fazer uma tattoo, não tem horário, se digo que vou pintar um quadro, some a tinta, se vou fazer umas fotos na praia, acaba a bateria, se digo que vou começar um curso, o cartão não passa, sempre nessas merdas. Não dá pra contar nada pra ninguém, sempre dão um jeito pra ficar agorando.
Só dá pra contar depois que acontece, depois que tá tudo certo.
Enfim, abri exceção dessa vez. É uma troca de planos. É um novo conceito.
9 de maio de 2015
7 de maio de 2015
Quem sabe eu ainda sou uma garotinha
Esperando o ônibus da escola sozinha
Cansada com minhas meias três-quartos
Rezando baixo pelos cantos
Por ser uma menina má
Quem sabe o príncipe virou um chato
Que vive dando no meu saco
Quem sabe a vida é não sonhar
Eu só peço a Deus
Um pouco de malandragem
Pois sou criança e não conheço a verdade
Eu sou poeta e não aprendi a amar
Bobeira é não viver a realidade
E eu ainda tenho uma tarde inteira
Eu ando nas ruas, eu troco um cheque
Mudo uma planta de lugar
Dirijo meu carro
Tomo o meu pileque
E ainda tenho tempo pra cantar
Tô com essa música na cabeça,
Faz dias que tô querendo vir aqui,
Semanas na verdade,
Mas não tenho encontrado paz pra isso,
Ainda não encontrei, mas vim igual
Perdi o apetite essa semana, não consegui nem almoçar hoje.
Isso é estranho, não costuma acontecer, é mais pelo oposto mesmo,
Sem paz é estranho vir aqui, não dá pra soltar as coisas, como eu geralmente faço.
As coisas estão se encaminhando bem,
Em parte, algumas foram pra vala já,
Mas o principal tá por vir, bem direitinho.
Tô com um frio na barriga. É o fim de uma era. É uma nova etapa da minha vida. Essa aqui tá acabando, pelo último fio.
O que eu levar levei, e o resto nunca mais