crise existencial
acho que todo mundo devia ter uma
de preferencia entre os 15 e 20
mas daquelas fortes, que duram meses, que fazem pensar em suicido
as pessoas mudam depois disso, e eu acho que pra melhor, ninguém costuma se arrepender de uma
a pessoa cresce
e querendo ou não, esse bando de gente inútil, pqp
vejo as pessoas por aí, não interessa quando tu vá, tão sempre lá, no mesmo lugar, fazendo a mesma coisa, nunca mudam, nunca evoluem, nunca querem nada
sei lá, quem sou eu,
mas porra,
toma rumo,
ou se mata
tão aí pra que? fazer mais sujeira? ocupar mais espaço?
ta certo que talvez só 10% do planeta realmente sirva pra alguma coisa, e que nem eu nem quem eu admiro estão incluídos, mas poh, as vezes exagera né
30 de novembro de 2013
18 de setembro de 2013
o tempo passa,
passa,
passa,
mas a dor,
a dor não passa,
saudade não passa, os dentes não param de ranger, a leveza de ser nunca vem, nada melhora,
quando parece que começou a ir embora,
volta, volta, volta
agulhando ainda mais,
com maior frequência,
talvez menos fino,
talvez um pouco mais rápido.
O olhar perdido no nada
sempre volta, sempre volta.
Get over it!
Mas a paz nunca vem
a alegria nunca fica.
Ser só mais um
corta-te pelo meio.
20 de agosto de 2013
hora de sangrar de novo?
como é difícil ter que ir trabalhar e ficar com os braços expostos e também, a minha pessoa em si exposta.
não posso mais me cortar, até as cicatrizes perturbam minha vida profissional.
quanto a vida pessoal, nunca me importei (muito) com as pessoas me questionando, chingando, me chamando de coisas, mandando eu ir me tratar e etc, mas no trabalho é diferente, tenho algo a zelar, tenho uma carreira a fazer.
acho que a solução é algo que eu não queria fazer, mas é o jeito
como é difícil ter que ir trabalhar e ficar com os braços expostos e também, a minha pessoa em si exposta.
não posso mais me cortar, até as cicatrizes perturbam minha vida profissional.
quanto a vida pessoal, nunca me importei (muito) com as pessoas me questionando, chingando, me chamando de coisas, mandando eu ir me tratar e etc, mas no trabalho é diferente, tenho algo a zelar, tenho uma carreira a fazer.
acho que a solução é algo que eu não queria fazer, mas é o jeito
não, não vão mais indo.
agora eu só quero morrer de novo.
eu estou morrendo de novo.
eu só quero explodir minha cabeça.
pra ser sincero, eu sempre imaginei
dois fios, algo do tamanho de um isqueiro talvez, e um botãozinho na outra ponta.
daí eu boto a 'coisa' do tamanho de um isqueiro na boca e aperto o botão. imagine um c4,
alí,
no céu da boca,
essa imagem já me atormentou antes.
e voltou agora. com tudo.
ontem mesmo,
alguém me disse que estava com o coração congelado,
já eu, estou em fase de congelamento.
como dói até chegar lá
bom, a vida nova já começou faz tempo, pena q não termina logo, pra ta com a vida nova de uma vez, cada coisinha que tem por mudar muda uma hora diferente.
eu só quero morrer.
eu só quero que isso passe,
eu só quero que isso não me atormente nunca mais
alguém sabe, onde eu encontro pessoas como eu?
agora eu só quero morrer de novo.
eu estou morrendo de novo.
eu só quero explodir minha cabeça.
pra ser sincero, eu sempre imaginei
dois fios, algo do tamanho de um isqueiro talvez, e um botãozinho na outra ponta.
daí eu boto a 'coisa' do tamanho de um isqueiro na boca e aperto o botão. imagine um c4,
alí,
no céu da boca,
essa imagem já me atormentou antes.
e voltou agora. com tudo.
ontem mesmo,
alguém me disse que estava com o coração congelado,
já eu, estou em fase de congelamento.
como dói até chegar lá
bom, a vida nova já começou faz tempo, pena q não termina logo, pra ta com a vida nova de uma vez, cada coisinha que tem por mudar muda uma hora diferente.
eu só quero morrer.
eu só quero que isso passe,
eu só quero que isso não me atormente nunca mais
alguém sabe, onde eu encontro pessoas como eu?
30 de julho de 2013
e as coisas vão indo.
não do jeito que eu gostaria que estivessem indo, mas estão indo.
e até bem melhor do que eu imaginei.
aos poucos eu estou mudando coisinhas e tentando mudar mais,
e daqui a pouco vou estar mudado, daqui a pouco tudo volta a dar certo de novo. daqui a pouco eu vou ser feliz de novo, daqui a pouco eu vou dormir satisfeito com o que tenho e o que conquistei de novo. daqui a pouco.
não do jeito que eu gostaria que estivessem indo, mas estão indo.
e até bem melhor do que eu imaginei.
aos poucos eu estou mudando coisinhas e tentando mudar mais,
e daqui a pouco vou estar mudado, daqui a pouco tudo volta a dar certo de novo. daqui a pouco eu vou ser feliz de novo, daqui a pouco eu vou dormir satisfeito com o que tenho e o que conquistei de novo. daqui a pouco.
25 de julho de 2013
21 de julho de 2013
achei hoje uma coisinha,
na verdade não foi hoje,
mas tem uma coisinha que me faz bem,
espero que eu consiga focar nisso.
esse final de semana foi pra jogar no chão.
acordei hoje muito mal, muito mal.
e quando percebi, me peguei pensando em suicídio novamente.
tanto tempo que eu já não pensava nisso.
mas, como da outra vez, pareceu uma saída simples.
só acaba com isso e pronto. chega, sabe?
mas foi só um rápido pensamento. não pretendo fazer isso, sempre acreditei que não sou assim, tão egoísta.
mas, não nego, a vontade de viver se foi.
a vontade de tudo se foi, nada mais tem muita graça.
hoje eu percebi que eu não tenho nada pra fazer em um domingo como esse. tentei me lembrar do que eram feitos os domingos ha 2 anos atrás,
percebi que tinha coisas que já não tenho mais,
tenha gente pra conversar, tinha gente pra sair, comprar 2L de pepsi e fumar uns cigarros,
agora já não tem mais nada disso, já não tem mais nada
sábado a noite já não tem mais nada, nada já não tem nada.
é um recomeço,
a partir do zero
mas,
faz como?
agora me vejo nisso. percebo que alguns papéis foram trocados.
eu agora não tenho amigos, eu agora não tenho pra onde ir
coisas pra fazer, na verdade, eu tenho, milhões de coisas, mas não tenho vontade de achar uma inchada pra capinar ou ficar coçando o saco na frente da tv,
não quero fazer nada, nada tem graça, tudo é um pé no saco
vidinha de merda
na verdade não foi hoje,
mas tem uma coisinha que me faz bem,
espero que eu consiga focar nisso.
esse final de semana foi pra jogar no chão.
acordei hoje muito mal, muito mal.
e quando percebi, me peguei pensando em suicídio novamente.
tanto tempo que eu já não pensava nisso.
mas, como da outra vez, pareceu uma saída simples.
só acaba com isso e pronto. chega, sabe?
mas foi só um rápido pensamento. não pretendo fazer isso, sempre acreditei que não sou assim, tão egoísta.
mas, não nego, a vontade de viver se foi.
a vontade de tudo se foi, nada mais tem muita graça.
hoje eu percebi que eu não tenho nada pra fazer em um domingo como esse. tentei me lembrar do que eram feitos os domingos ha 2 anos atrás,
percebi que tinha coisas que já não tenho mais,
tenha gente pra conversar, tinha gente pra sair, comprar 2L de pepsi e fumar uns cigarros,
agora já não tem mais nada disso, já não tem mais nada
sábado a noite já não tem mais nada, nada já não tem nada.
é um recomeço,
a partir do zero
mas,
faz como?
agora me vejo nisso. percebo que alguns papéis foram trocados.
eu agora não tenho amigos, eu agora não tenho pra onde ir
coisas pra fazer, na verdade, eu tenho, milhões de coisas, mas não tenho vontade de achar uma inchada pra capinar ou ficar coçando o saco na frente da tv,
não quero fazer nada, nada tem graça, tudo é um pé no saco
vidinha de merda
18 de julho de 2013
é uma angustia.
imagens que estraçalham tudo por dentro. náusea.
lembranças do que foi, projeção do que é.
tudo embrulhado por dentro. sensação ruim.
tudo horrível.
está certo, que eu estou precisando disso um pouco. eu nunca devia ter deixado a solidão, a melancolia e meus muros irem embora. nunca devia ter confiado, me deixado ir, me jogado.
mas não parecia, não imaginava,
e quando se é acusado de uma coisa, imagina-se tudo, menos que farão o que te acusam, né
mas é isso, é um tapa na cara,
mas é difícil,
parece mais difícil.
e é mais difícil,
só preciso conseguir aproveitar tão bem quanto antes, até melhor.
quem garante?
todos os planos jogados a baixo,
acordar, ir trabalhar, chegar em casa, se dopar e ir dormir. dormir e trabalhar.
imagens que estraçalham tudo por dentro. náusea.
lembranças do que foi, projeção do que é.
tudo embrulhado por dentro. sensação ruim.
tudo horrível.
está certo, que eu estou precisando disso um pouco. eu nunca devia ter deixado a solidão, a melancolia e meus muros irem embora. nunca devia ter confiado, me deixado ir, me jogado.
mas não parecia, não imaginava,
e quando se é acusado de uma coisa, imagina-se tudo, menos que farão o que te acusam, né
mas é isso, é um tapa na cara,
mas é difícil,
parece mais difícil.
e é mais difícil,
só preciso conseguir aproveitar tão bem quanto antes, até melhor.
quem garante?
todos os planos jogados a baixo,
acordar, ir trabalhar, chegar em casa, se dopar e ir dormir. dormir e trabalhar.
16 de julho de 2013
acho que vou reativar isso aqui
preciso me estabilizar de novo. preciso desabafar de novo. dói de novo. parece quase pânico, algo não sai da cabeça, não interessa como está lá, mas está
e não sai.
talvez eu reative. acho que vou tentar, nem me aguentam mais reclamar.
me sinto miserável, me sinto abandonado, como um sapato, que foi sendo usado até não se querer mais vê-lo. daí joga pro canto e compra outro ou seilá, só se deixa de lado.
não era pra ser assim.
em 2 anos atrás eu já tinha pegado outro rumo várias vezes. eu não precisava ter sido chamado praquele velho caminho e acabar fudido de novo.
sempre teve tudo pra dar errado, mas parte de mim sempre ignorou tudo aquilo
e ainda ignora.
quase nada parece que vale a pena,
nem sei pra que lado que segue, em que ponto fica parado. não sei o que que faz, o que que não faz.
mas fica alí, trancado logo abaixo da garganta, doendo, doendo.
deixei tanta coisa pra nada,
nada, nada nada
coisas que não voltam mais,
o tempo já parece tão curto e tão longo ao mesmo tempo,
precisava acordar e já estar com tudo passado.
mas não, fica latejando na cabeça o dia todo. e a noite toda.
me deixa em paz
já fui feliz sem nada. já fui auto suficiente, já gostei, gostei muito, da minha solidão, porque custa tanto a voltar também?
será que te perdi também?
nunca quis te deixar de lado solidão. te segurei pelas pontas por um bom tempo. até que acabei caindo lá.
nunca devia ter caído lá. isso acabou comigo, em vários meios.
mas e agora? faz o que?
eu não quero fazer nada. eu não tenho nada pra fazer.
não sei nem acabar isso
preciso me estabilizar de novo. preciso desabafar de novo. dói de novo. parece quase pânico, algo não sai da cabeça, não interessa como está lá, mas está
e não sai.
talvez eu reative. acho que vou tentar, nem me aguentam mais reclamar.
me sinto miserável, me sinto abandonado, como um sapato, que foi sendo usado até não se querer mais vê-lo. daí joga pro canto e compra outro ou seilá, só se deixa de lado.
não era pra ser assim.
em 2 anos atrás eu já tinha pegado outro rumo várias vezes. eu não precisava ter sido chamado praquele velho caminho e acabar fudido de novo.
sempre teve tudo pra dar errado, mas parte de mim sempre ignorou tudo aquilo
e ainda ignora.
quase nada parece que vale a pena,
nem sei pra que lado que segue, em que ponto fica parado. não sei o que que faz, o que que não faz.
mas fica alí, trancado logo abaixo da garganta, doendo, doendo.
deixei tanta coisa pra nada,
nada, nada nada
coisas que não voltam mais,
o tempo já parece tão curto e tão longo ao mesmo tempo,
precisava acordar e já estar com tudo passado.
mas não, fica latejando na cabeça o dia todo. e a noite toda.
me deixa em paz
já fui feliz sem nada. já fui auto suficiente, já gostei, gostei muito, da minha solidão, porque custa tanto a voltar também?
será que te perdi também?
nunca quis te deixar de lado solidão. te segurei pelas pontas por um bom tempo. até que acabei caindo lá.
nunca devia ter caído lá. isso acabou comigo, em vários meios.
mas e agora? faz o que?
eu não quero fazer nada. eu não tenho nada pra fazer.
não sei nem acabar isso
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