18 de abril de 2014




só pra ter salvo meu fundo.


preciso trocar, mas pra ser sincero não sei mais que me conforta.
conforto.
isso faz tempo que não aparece muito bem.
de onde vem o conforto?
lembro de coisas muito confortáveis que aconteciam.
coisas simples, até ficar deitado. principalmente ficar deitado.
era um prazer que não é pra qualquer um. era preciso de tempo e companhia.
era só isso que era preciso, na verdade. isso era conforto. nada mais nunca trouxe tanto conforto.
mas falo além disso. existia conforto em coisas,,
acho que descobri o moral do conforto. algo que faça teu corpo, tua mente e tua alma ficarem simplesmente bem. esfriar as coisas, falando em moléculas. 'desagita-las'. esfriar as moléculas, tirar o agito e ficar confortável. em tudo.
são coisas que parecem que não voltam mais

será?
acho que não volta mais. acho que era um conforto que só aquele eu antigo tinha capacidade pra sentir. só criança sente um conforto daqueles.
ou não?
será que ainda da pra limpar a alma, relaxar a cabeça e encaixar o corpo de maneira tão,
sei lá, 'encaixável'

e como vou achar outro fundo que me conforte?
baunilha me conforta, azul turquesa também

mas sei lá, isso não traz muitas ideias sobre um novo fundo.
podia usar o quadro que quero fazer. mas tenho que fazer antes; será que vai dar certo?
e tem outro que quero fazer. sonhei com a arte. é estranho. mas eu quero aquela foto. um cilho artificial em cima de um peito. só isso. eu vi essa imagem em um sonho. parece estranhamente artístico. cilho postiço, peito natural. o complicado é que é um peito especifico. não sei porque me veio aquele formato a cabeça.
mas né, não da pra chegar por aí dizendo. 'hey, preciso de uma foto do teu peito direito com um cilho postiço em cima.'



qual o critério pra algo ser arte?

Nenhum comentário:

Postar um comentário